LUTERPREV - Previdência Complementar

Notícias

Busca:
Notícia da categoria: Educação Financeira
29/01/2010

Planos de previdência como investimento, só no longo prazo

Os investimentos em planos de previdência privada continuam crescendo a cada ano. Segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fena Previ), a captação nesse segmento em novembro de 2009 foi de R$ 3,66 bilhões, enquanto em igual mês do ano anterior foi de R$ 2,39 bilhões. No acumulado do ano, de janeiro a novembro, a captação dos planos de previdência privada aberta registrou R$ 33,2 bilhões, um crescimento de 21,34% na comparação com os R$ 27,3 bilhões que ingressaram no sistema no acumulado em 2008. 

E esse tipo de investimento não é procurado apenas por poupadores interessados em complementar sua renda por ocasião da aposentadoria e pais preocupados em garantir a educação e o futuro profissional dos filhos. Os modelos Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) e Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) fazem parte do portfólio de muitos investidores. Mas, para eles, aplicação a longo prazo-no mínimo dez anos-é o mantra rezado pelos representantes de instituições financeiras e consultores na hora de indicar os planos de previdência privada como forma de investir o capital. 

Osvaldo Nascimento, diretor executivo de Investimentos e Previdência do Itaú Unibanco, destaca que esses planos têm como atrativo a vantagem tributária tanto na modalidade PGBL (para quem faz declaração completa do Imposto de Renda, com cobrança de tributo sobre o total resgatado) como no VGBL(para quem faz declaração simplificada e tem cobrança de imposto no resgate apenas sobre os rendimentos)." Alongo prazo, a previdência privada é muito interessante para formação de patrimônio em função do tratamento tributário. Quem faz a declaração de IR completa deduz o valor das contribuições até 12% de sua renda bruta anual,o que permite reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar a sua restituição", diz Nascimento. 

Ele acrescenta que o montante a ser aplicado em previdência depende do perfil do investidor, desde sua idade até objetivos no curto, médio e longo prazos.O executivo do Itaú Unibanco destaca que a previdência privada tem sido utilizada também como sucessão patrimonial. "Essa prática é adotada por idosos, que concentram todas as suas aplicações (o que não deve ser feito pelo aplicador comum) na previdência e, ainda em vida, deixam seu dinheiro para os herdeiros, que podem resgatá-lo."De qualquer forma,seja como sucessão patrimonial, seja com o objetivo de complementar a aposentadoria, garantir o futuro dos filhos, ou aumentar o patrimônio, não se deve perder de vista a recomendação de aplicar até 12% da renda em PGBL e o restante em VGBL (que mais se aproximado investimento tradicional) para não perder as vantagens fiscais. 

É o que frisa também Eduardo Jurcevic, superintendente de investimentos do Banco Real, do Grupo Santander Brasil. Ele lembra que o longo prazo não pode ser esquecido, pois, no curto prazo, o investidor vai perder com a tributação na hora do resgate, uma vez que as taxas são maiores. Além disso,as taxas de carregamento e administração são diferentes de outros fundos.A longo prazo (mais de dez anos), a alíquota é reduzida com a tabela regressiva. Para Jurcevic,o investimento ainda é mais utilizado para a complementação da aposentadoria. "De qualquer forma, o investidor deve ter sempre em mente a necessidade de diversificar suas aplicações. Ele precisa ter aplicações indicadas para o resgate a curto prazo, pois nunca se sabe quando haverá uma emergência, seja por doença ou desemprego, por exemplo." Jurcevic diz que, na previdência privada, a média de aplicação em renda variável gira em torno de 20%, mas, para investidores com perfil mais agressivo, esse percentual pode subir para até 49% da aplicação em ações. 

O executivo do Banco Real diz que a previdência privada, que vem expandindo-se a cada ano, ainda tem muito espaço para crescer, seja com fins de aposentadoria ou com o investimento. "Isso é possível graças à estabilidade e à previsibilidade econômica que o país vive.Como controle da inflação, as pessoas começaram a aprender a necessidade de poupar e não apenas consumir e já veem a previdência privada como forma de aumentar seu capital e não só para complementar a aposentadoria." Um mercado promissor também é o pensamento de Lúcio Flávio de Oliveira, diretor- geral do Bradesco Vida e Previdência, que, segundo dados da Fena Previ, liderou o ranking de captação em novembro de 2009, com 31,43% do total arrecadado pelo mercado no período. Oliveira diz que tem aumentado muito a procura dos planos PGBL ( 20% do total ) e VGBL(80%)da previdência privada com outros objetivos além da tradicional aposentadoria e a educação dos filhos. 

Oliveira faz questão de dizer que os planos PGBL e VGBL da previdência privada não são comparáveis a outros investimentos, e sim aplicações complementares. 

"Previdência não é um produto único. É mais uma opção dentro de um portfólio de investimentos, não é a solução para todos os problemas,e só faz sentido a longo prazo, no mínimo dez anos.Mas tema vantagem de permitir ao participante mudar de uma modalidade de aplicação mais conservadora para uma mais arriscada, com mais ou menos renda variável até 49% do total da carteira de investimento na previdência. Também permite transferir todo o capital para aplicação em fundos de renda fixa".

Autor / fonte: Lourdes Rodrigues / Brasil Econômico | Especial | BR

Voltar


Seja nosso associado

Veja como é fácil ser nosso associado. Afinal, a sua aposentadoria complementar é construída hoje.


Central do Cliente Central do Cliente
A identificação é o seu número de matrícula. A sua senha é o seu CPF sem pontos ou traços, somente os algarismos numéricos. Esqueceu sua senha? | Ajuda

LUTERPREV Entidade Luterana de Previdência Privada
CNPJ: 00.795.766/0001-00
Av. Carlos Gomes, 1550 - 8º andar | CEP: 90480-002
Porto Alegre - RS - Brasil


Telefones: +55 (51) 3328-8693
Atendimento: segunda a sexta-feira das 8h 30min às 17h 30min
Data da Fundação: 01/10/1993
Portaria do Ministério da Fazenda nº 182, de 27/06/1995
Autorização de funcionamento como Entidade Aberta de Previdência Privada, sem fins lucrativos
LUTERPREV - Previdência Complementar